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  • Vilmar Bueno, o ESPETO

COVID-19 - No Brasil e mundo



Geral

Até o momento, a pandemia do novo coronavírus já deixou 13.578.608 contaminados e 584.782 mortos no mundo. No Brasil são 1.966.748 contaminados e 75.366 mortos. Os números são da Universidade Johns Hopkins.

BOAS NOVAS NO NORDESTE

Região com mais estados no Brasil, o Nordeste, que já passou por uma fase dramática, com capitais como Fortaleza e Recife com alto número de casos já no início da pandemia, vê agora a média móvel de novas infecções e mortes por coronavírus se estabilizar . Em Fortaleza, por exemplo, a média de óbitos chegou a 14, número bem menor do que o registrado em 15 de junho: 53,7. A capital cearense viu também a média móvel de casos cair de 451 para 129 no mesmo período. Salvador e Recife são outros bons exemplos de queda nessas taxas. Os dados de Sergipe e Piauí, onde a epidemia tardou a chegar, preocupam, mas a tendência é de estabilização na maioria dos estados.


SUDESTE ESTÁVEL

Porta de entrada do novo coronavírus no Brasil, o Sudeste apresenta dados estáveis e caminha para deixar de ser o epicentro da pandemia no país. Levantamento VEJA das médias móveis semanais de casos e mortes mostra que entre o fim de abril e 15 de julho a doença se espalhou por regiões antes pouco atingidas. Se antes o Sudeste somava 47,4% de todos os casos e 55,4% de todas as mortes, agora esses números caíram para 33,8% e 43,5%, respectivamente. Isso aconteceu porque o número de infectados por dia está estável há pelo menos três semanas, com média móvel entre 11.000 e 13.000, e o de mortes registra queda. Um bom sinal para a região.


ANTICORPOS IDENTIFICADOS

Um estudo feito por cientistas de universidades dos EUA e da Alemanha e publicado na revista Nature aponta que foram identificados potentes anticorpos que podem neutralizar o novo coronavírus . A análise inicial foi feita com roedores e macacos e apontou que duas imunoglobulinas foram capazes de reduzir a carga viral, perda de peso e inflamação nos pulmões dos animais. O resultado foi classificado como "promissor" com o uso de anticorpos em combinação ou separados. A descoberta pode ser de grande valia para o desenvolvimento de vacinas e de tratamentos imunoterápicos contra a Covid-19.


CUIDADOS COM A TELEMEDICINA

A telemedicina se popularizou durante o distanciamento social resultante da pandemia e deve continuar como um importante braço auxiliar da medicina presencial mesmo após a Covid-19 ser controlada. Mas, como pondera matéria de VEJA Saúde , é preciso cuidado com essa modalidade. Para o diretor da Associação Paulista de Medicina (APM), doutor Florisval Meinão, as plataformas que oferecem o serviço devem ser absolutamente seguras, de modo que a privacidade do paciente e o sigilo profissional sejam preservados. Ele também destaca que alguns diagnósticos só são possíveis com exame presencial. Fonte: VEJA