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  • Foto do escritorVilmar Bueno, o ESPETO

Ciranda Política

E a sessão Itinerante

Como já aconteceu nos tempos do então vereador Marco Viliczinski, a vereadora Carla Hofmann – PSD, também levou a sessão para o Bairro Serra Alta. A intenção de Carla é positiva, e está cumprindo o seu papel de levar o legislativo mais perto do eleitor.



Mas o resultado

Como naquela época, foi o mesmo. Quero dizer que foram as mesmas reclamações que não somente o padre Claudimir Borges citou, mas como toda a comunidade sabe. Uma capela mortuária, vagas no cemitério, péssimo transporte coletivo, ruas esburacadas e falta de lazer.


E isso

Que já se passaram pelo menos 12 anos, e nada do poder público dar uma resposta satisfatória para essas reivindicações. Tudo ficou na promessa. Isso sem falar na trágica "prefeitura nos bairros" de Fernando Tureck.


E como

Na outra oportunidade, foram mais promessas desta vez – pavimentação de 17 ruas em dois anos, capela mortuária, patrolamento, ensaibramento, etc, etc, etc...



E os

Vereadores continuam insistindo em querer fazer obras e mais obras. Mas esse não é o papel do vereador. E nas secretarias, falta de ações, falta planejamento. E assim caminha nossa linda São Bento do Sul, para o marasmo e sem protagonismo.


A única

Notícia boa para a Serra Alta, será a assinatura da ordem de serviço para a revitalização entre a 25 de julho e Serra Alta, incluindo a José Ruckl. Mas primeiro as obras de saneamento que serão feitas pelo Samae.


Mas vamos

Torcer que não sejam demoradas como está acontecendo na Rua Augusto Wunderwald, que tem tirado a paciência dos motoristas. E que a empreiteira não desista, como aconteceu na Dona Francisca, que se arrasta há mais de dez anos. Igual o acesso norte – a transpão, que só está nos discursos.


Rejeitado

Triste para o velho MDB de guerra e de Ulisses Guimarães. Pois como era de se esperar, o governador Carlos Moisés (Republicanos) rejeitou o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antidio Lunelli (MDB), como seu candidato a vice na luta pela reeleição.


Realmente

Não poderia dar certo, pois enquanto Moisés estava atuando no show do milhão, Antídio aparecia na TV criticando o governo, afirmando que enquanto o governo enchia os cofres, o povo catarinense passava fome. Como a coluna vem apontando há tempos, é realmente dramática a situação do maior partido catarinense, berço de Luiz Henrique da Silveira e decisivo em momentos importantes da história política do Estado sendo feito gato e sapato de um neófito como Moisés.


O que ele disse

Em texto divulgado por sua assessoria de imprensa, o ex-prefeito diz que “Eu fiz o que podia para tentar unificar o partido. Mas não foi suficiente. Entendo que nada mais justo que agora a gente ouvir as nossas bases que estavam bastante incomodadas com essa possível aliança. Vou trabalhar para colocar em prática o modelo de gestão pública que considero ideal, com mais gestão, transparência, eficiência, planejamento e entrega”. Um texto sem nexo e fora da realidade contemporânea.

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