• Vilmar Bueno, o ESPETO

Ciranda Política

Planejamento

Ou melhor, a falta de planejamento, é o que se pode dizer sobre a cidade de São Bento do Sul. E isso se arrasta há várias décadas. Mas o caso mais triste e constatado pelo Conselho da Cidade – Concidade, se trata da reforma do Plano Diretor, que vem atrasando o desenvolvimento da cidade, e espantado empresas e empreendedores para outros municípios.


Planejamento II

E isso não se pode dizer que é culpa da atual gestão do prefeito Tomazini, deva pagar essa falta de planejamento, mas mesmo assim, precisa corrigir todo esse atraso. Mas quando o novo secretário de planejamento, vem dizer que “vai se inteirar do caso”, da senti o naipe do caboclo.


Planejamento III

E continua repercutindo entre vários setores da sociedade, o porquê a secretaria de planejamento, apresentou três projetos no Plano 1000, que não irão mudar em nada a mobilidade da cidade. Se pelo menos, esses projetos viessem a beneficiar obras que estão paralisadas, e ou que devem ser realizadas.


Planejamento IV

Como por exemplo, o acesso Norte, o prosseguimento da Gustavo Eichendorf, o prolongamento e ligação da Avenida São Bento até a o trevo da Oxford (SC-418) e a ligação da mesma Avenida São Bento até a Serra Alta. Mas não os projetos protocolados, não irão mudar e nem melhorar o trânsito.


Planejamento V

Os três projetos no Pano 1000, a revitalização da Imigrantes, e da Rua Antonio Kaesemodel e a obra da UPA, ainda não se sabe quanto dos R$ 17 milhões irão para a pavimentação dessas duas vias e quanto vai para a UPA. No caso da UPA para que seja efetivada e funcionando, o gasto deve ser pelo menos de R$ 12 milhões. E para essa obra, uma emenda do deputado Silvio Dreveck – PP, de R$ 2 milhões, já está disponível, mas vai dar apenas para o início das obras de construção civil.


Tempo recorde

O município de Mafra, na região do Planalto Norte, vem se destacando no Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, sendo a cidade mais rápida do país para abrir uma empresa. O tempo médio para abertura é de 4 horas e 4 minutos. O tempo médio para abertura é de 4 horas e 4 minutos.



Tempo recorde II

A segunda posição também é de outra cidade catarinense. São José, na grande Florianópolis, tem tempo médio de 4 horas e 18 minutos para abrir um novo empreendimento.



Tempo recorde III

1º Mafra/SC 4 horas e 4 minutos

2º São José/SC 4 horas e 18 minutos

3º Andradina/SP 5 horas e 42 minutos

4º José Bonifácio/SP 5 horas e 50 minutos

5º São José do Rio Pardo/SP 6 horas e 22 minutos

6º Bela Vista de Goiás/GO 8 horas e 4 minutos

7º Altamira/PA 8 horas e 57 minutos

8º Itaituba/PA 9 horas e 2 minutos

9º Adamantina/SP 9 horas e 19 minutos

10º São Luís de Montes Belos/GO 10 horas e 1 minuto



Recorde IV

Ainda sobre esses recordes, acredito que esse tempo que Mafra leva, deva ser para realizar um simples cadastro, até por quê, para abrir uma MEI, via internet, em dez minutos está aberta. Mas depois disso, mesmo sendo uma empresa de baixo risco, ainda necessita de fiscalização, e para emitir nota fiscal, algumas precisam de alvará de funcionamento. Então, muita calma nessa hora.


Recorde V

E isso que vocês não foram abrir uma empresa em Rio Negrinho, lá o negócio e pank – quer dizer quase vira uma pancadaria entre o novo empreendedor e os técnicos. Cezarmiranda.com que o diga, ele lutou dois anos para incluir o código (CNAE) – 1706 - Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais materiais publicitários – em sua nota fiscal, e não conseguiu, ele desistiu fechou a empresa e abriu outra em Barra do Sul, em menos de 10 minutos. Pois esse novo código é uma exigência da Alesc e Secom. Eu no Jornal Tribuna e blogdoespeto.com.br, consegui no mesmo dia, com o atendimento profissional e eficiente do departamento de tributação em São Bento do Sul.


Discurso na Alesc

Esta semana, Moisés da Silva fez a quarta e última leitura, considerando-se o primeiro mandato dele, da mensagem do governo ao Legislativo. O chefe do Executivo tentou fazer um apanhado da gestão até aqui, destacando o ajuste das contas públicas a partir do enxugamento da máquina estadual.


Discurso na Alesc II

Destaque para a redução de cargos comissionados, secretarias, empresas, a extinção das regionais e, claro, a revisão de contratos. Vários acordos tinham muita gordura. Foram estabelecidos no submundo político com a distribuição de propinas. Vide a Operação Alcatraz. Moisés, indiscutivelmente, deu uma moralizada na condução do governo.


Discurso na Alesc III

Já sobre o caso dos respiradores, a oposição tenta envolver Moisés, mas ele já foi inocentado nas investigações em várias instâncias. E o que resta agora, é a oposição espernear, ou “processar a justiça”.