• Vilmar Bueno, o ESPETO

Ciranda Política

Perguntar não ofende

O PSL vai conseguir lançar candidato a prefeito e mais 15 candidatos a vereador em São Bento do Sul. É uma tarefa difícil. Em Rio Negrinho o partido saiu na frente já tem candidato, o tenente Coronel Fabiano Dias Perfeito, e em Campo Alegre tem pelo menos dois nomes, Willian Sabino e Newton Mendes.


Meio ambiente

Dizem que Magno Bollmann como prefeito é um bom ambientalista. A prova é o sucesso do PSA – Programa por Pagamento Ambiental. Tanto que recebeu o prêmio Fritz Müller, pelas práticas de conservação de recursos naturais e da vida silvestre e ainda do IMA por gestão ambiental.


Tucanos

Com as disputas pela prefeitura tendo o Dr. Tomazini em São Bento do Sul, Julio Ronconi em Rio Negrinho e Adriana Dormelles em Mafra, os tucanos se tornam um partido forte na região.


MDB

Enquanto o MDB de Santa Catarina já tem um nome para concorrer ao governo do Estado, em 2022, trata-se do prefeito de Jaraguá do Sul, Antidio Lunelli. Já em São Bento do Sul, o partido ainda trabalha para ter um nome de peso e com força para tentar voltar a comandar o município.


Bastidores

Pelo ouço nos bastidores a renovação dos vereadores em São Bento do Sul, dever ser alta, e pode chegar a 80%. Vereadores presos, condenados e o silêncio sobre o caso Márcio Dreveck, é um dos fatos negativos.


Sozinho

Parece que o chamado “bloco dos 11”, integrado por deputados que decidiram apoiar o governo na Assembleia Legislativa, está implodindo. O governador Carlos Moisés da Silva (PSL) prometeu destinar a cada um deles R$ 1 milhão do Fundo Social para atendimento das bases e até agora nenhum deles foi contemplado. Além desta dissidência, o governador perdeu o apoio de quatro dos seis deputados do PSL, afinados com o presidente Bolsonaro.


Falou merda

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, disse que “talvez tenha sido infeliz” ao citar o Ato Institucional nº 5, que fechou o Congresso Nacional e cassou direitos políticos durante a ditadura militar, como resposta a uma eventual “radicalização” da esquerda. Em entrevista ao Programa do Ratinho, no canal SBT, o filho do presidente da República afirmou que talvez não citasse o AI-5 caso pudesse voltar atrás pois acabou “dando munição para a oposição ficar me metralhando”. As informações são do Estadão.