• Vilmar Bueno, o ESPETO

Ciranda Política

Promosul na pauta

Agora a Promosul se tornou pauta na Câmara de vereadores, por conta de uma crítica do empresário Frank Bollmann, sobre o governo de Fernando Mallon não ter repassado recursos para a Promosul. Mallon diz estar indignado com as críticas recebida, principalmente quando se aproxima as eleições. “Eu não sou candidato, procure outro alvo”, rebateu.


Promosul na pauta II

O vereador Fernando Mallon aproveitou para apresentar uma Requerimento de Informação ao Executivo Municipal, com cópia a Secretária Municipal de Finanças requerendo informações sobre repasses de recursos públicos municipais realizados em favor da PROMOSSUL no período de 2009/2019. Mallon afirma que sim, repassou generosos recursos para a entidade. “Daqui a pouco vão dizer que eu sou o culpado pelos problemas na Tuper e na Astran”, alfinetou.


Promosul na pauta III

O vereador Sabino também fez duras críticas ao comando da Promosul, dizendo ter sido incompetente. “Essas irregularidades devem ser explicadas na justiça”, conclui.


Promosul na pauta IV

Ao invés da diretoria da Promosul se unir aos vereadores para encontrar uma solução, preferem culpar terceiros pelos problemas. E pior, levar tudo para o campo político partidário. Por isso nunca seremos uma Jaraguá do Sul, Guaramirim, São José...


Promosul na pauta V

Para o vereador e presidente do PP, Marco Redlich, ele prefere não entrar no mérito político da questão. Mas também defende a transparência nas investigações, e que a história da Promosul não pode ser manchada por todos os anos de contribuição a cidade.


Santá Fé

Os vereadores questionaram a situação dos novos alunos de séries iniciais, que irão morar no Loteamento Santa Fé, a partir de meados de 2020. As famílias tem até o dia 14 de novembro, para atualizar os cadastros na Emhab.


Alpestre

Falando em loteamento, o Alpestre já tem mais de sete anos, e até agora nenhum governo municipal conseguiu recursos para a pavimentação do acesso. Isso sem falar de outras benfeitorias. Triste...


Prisão

No meu lúdico e leigo entendimento, o que dá para entender, que o vivente quando estiver com 50 anos, dá uma robadinha básica, e que mesmo condenado não pode ir preso, mesmo depois de condenação em segunda instância. E depois de recorrer por uns 20, 30 anos, e se for confirmada a condenação, já velho e doente vai para casa cumprir a pena. Com isso já gastou toda a grana, com mansões viagens e vida boa.