• Vilmar Bueno, o ESPETO

CIRANDA POLÍTICA

Otimismo

Saúde, cultura, assistência social e infraestrutura. Estes foram os principais projetos apresentados para deputados e senadores durante a viagem do prefeito Antonio Tomazini e do vice-prefeito, Tirso Hümmelgen, à Brasília, na quarta-feira (24).


Otimismo II

Projetos na área cultural também foram entregues aos parlamentares. “Retornamos satisfeitos com a receptividade e acreditamos que nosso município será contemplado com emendas”, destacou Tomazini. Agora é torcer e esperar que esses recursos venham até a data limite em ano de eleição, cujo prazo é de três meses que antecederem as eleições.


Silêncio

Nos bastidores da prefeitura de São Bento do Sul, ainda é quente o assunto sobre o suposto convite feito ao ex-vereador Edimar Salomon, para compor o governo de Tomazini e Tirso. Até o momento, o silêncio é ensurdecedor.


Encontro

A presidente da Câmara, vereadora Carla Hofmann – PSD, se reúne hoje pela manhã com o deputado Silvio Dreveck – PP. A reunião será da no escritório regional do deputado em São Bento do Sul. Na pauta, solicitações de recursos para a cidade, bem como, o estreitamento das relações entre a Assembleia e o legislativo São-bentense.


Vacinas

Os municípios da região da Amunesc estão iniciando a vacinação contra o Novo Coronavírus, seguindo o Plano Nacional de Imunização (PNI). As doses foram distribuídas de acordo com a população de cada cidade. Para iniciar a vacinação, São Bento do Sul recebeu 390 doses, Rio Negrinho, 213 e Campo Alegre 93. Dados fornecidos pela Amunesc.


Fiscalização

Os agentes de Trânsito Urbano - DETRU de São Bento do Sul através dos agentes de trânsito, estão auxiliando nas fiscalizações como medida de enfrentamento à Covid-19 no município. No final de semana, apesar de algumas festinhas, no geral a comunidade obedeceu ao decreto de lockdown. Conforme explicou o Diretor do DETRU, Sandro Ludovico Moecke, “os agentes juntamente com os fiscais da Vigilância Sanitária, trabalharam orientando a população referente às novas medidas de restrição”, ressaltou. A Polícia Militar e Polícia Civil também trabalharam na fiscalização.


Apoio

O Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM) apoia as medidas restritivas previstas nos dois decretos do governo do Estado publicados na última semana e as manifestações do Executivo ao procurador-geral de Justiça, Fernando Comin. Enviado neste sábado (27) ao Ministério Público, que recomendou lockdown de 14 dias, o documento do governo do Estado explica e fundamenta as medidas tomadas, inclusive as restrições intensificadas neste e no próximo final de semana, como forma de combater a propagação do coronavírus.


Apoio II

O COFEM defende a saúde em primeiro lugar e entende que, com a devida observância dos protocolos sanitários, a segurança dos trabalhadores é garantida e que a adoção de um lockdown completo não é a melhor resposta para enfrentar o agravamento da pandemia. Para as entidades empresariais, é fundamental que a população siga os protocolos de segurança, evitando aglomerações, que sejam adotadas medidas para que a população tenha acesso ao tratamento precoce em casos de infecção e que o ritmo da vacinação ganhe velocidade.


Apoio III

O COFEM é composto pelas Federações das Indústrias (FIESC), do Comércio (FECOMÉRCIO), da Agricultura (FAESC), dos Transportes (FETRANCESC), das Associações Empresariais (FACISC), das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), das Micro e Pequenas Empresas (FAMPESC), além do SEBRAE-SC.


Mas...

As mesmas entidades são contra lockdown de 14 dias. Em documento conjunto, divulgaram a seguinte manifestação: “Os nossos associados lojistas cumprem integralmente regras sanitárias rígidas, a FCDL/SC investe em campanhas de conscientização e nosso segmento é sem dúvidas um dos que mais cumpre as regras sanitárias. Vamos enfrentar nesses dois finais de semana fechados sérios problemas, mas vamos encarar e dar mais uma vez nossa parcela de contribuição.”


Mas...II

O fechamento de 14 dias de todas as atividades nesse momento é muito prejudicial. Essencial para todos, que não tem o salário garantido no final do mês é poder trabalhar, com a certeza de que o Estado estará aparelhado para atender as demandas da saúde. Mas pelo visto não está. E é com isto que as entidades signatárias deveriam estar preocupadas. Há um ano essa medida foi tomada e qual foi o resultado prático? Nenhum que justifique ser adotada novamente. Fiscalização é a palavra. Somos pela vida plena, e por isso, as medidas como as indicadas pelas entidades retro nominadas são consideradas pelos lojistas catarinenses excessivas.