• Vilmar Bueno, o ESPETO

Ciranda Política

Pesquisa

A última pesquisa do Instituto Paraná, aponta o seguinte cenário se a eleição para presidente fosse hoje: Bolsonaro contra Sérgio Moro e Fernando Haddad, os números são os seguintes: 29% para o presidente, 17,1% para o ex-juiz e 13,4% para o petista. Ciro Gomes e João Doria ficam em quarto e quinto lugares, mas sem alcançar os dois dígitos da preferência.


Pesquisa II

Quando o adversário petista de Bolsonaro é Lula da Silva (que neste momento está sem direitos políticos, portanto, sem poder se candidatar), o presidente alcança 27,5% dos votos e o ex-presidente tem 21,9% da preferência. Moro vem em seguida, com 16,8% do eleitorado. Novamente Ciro Gomes e João Doria completam os cinco candidatos mais votados, mas seguem restritos a menos de dois dígitos das indicações de voto.


Pesquisa III

O cenário mais folgado para Jair Bolsonaro é o que não apresenta nem Lula da Silva nem Sérgio Moro como candidatos. Neste caso, o presidente chega a 30,7% dos votantes. O petista Fernando Haddad fica com 14,5% e Ciro Gomes rompe a barreira dos dois dígitos, aparecendo com 10,7% da preferência.


Pesquisa IV

Para o turno final da disputa, o Instituto Paraná apresentou estes dados: Bolsonaro 46,6% e Hadadd 32%; Bolsonaro 44,7% e Moro 35%; Bolsonaro 45,6% e Lula da Silva 36,4%. Até então Bolsonaro ganha de todos.


Cuidados

Muitos restaurantes que estão atendendo na região, estão cumprindo as exigências dos decretos para proteger seus clientes do coronavírus. Entre eles a Churrascaria Egon em Campo Alegre, com mesas distantes um metro e meio, álcool em gel, luvas para servir no bifê e talheres esterilizados e lotação controlada. Se todos se cuidarem todos ganham e todos se protegem. Pois todos precisam funcionar, para que sejam preservados dos empregos. Mas claro, se puder fique em casa.


Trânsito

Após a implantação do novo binário em São Bento do Sul, os críticos se dividem em os que apoiam as mudanças, e os que ainda preferem esperar a volta do normal, com aulas e ônibus nas ruas. Mas todos sabem que toda mudança causa estranheza. Então, vamos esperar.


Preferência

O pré-candidato a prefeito pelo PP em Campo Alegre, atual vice-prefeito Sebastião Kons, o tomate, continua defendendo que o DEM ofereça o vereador Josnei Cchaloupeck de vice, mas o vereador Raul Johanson, está irredutível e afirma que o partido terá candidatura própria. Com isso o MDB continua assistindo de camarote esses lances políticos. Durma com um barulho desse.


Dificuldades

Em São Bento do Sul, o maior desafio dos pequenos partidos, sem dúvidas será conseguir uma nominata de vereadores, que possa fazer pelo menos 5 mil votos para garantir uma vaga na Câmara. Se isso não acontecer, os partidos como MDB, PP e PSDB devem levar todas as dez vagas no legislativo. Mas eleição é uma caixinha de surpresas.


Candidaturas Coletivas

O modelo de mandato coletivo, em que a cadeira parlamentar (vereador, por exemplo) é assumida por um grupo em vez de um indivíduo, inaugurado em 2016, ganha adeptos para a corrida eleitoral de outubro. A iniciativa, que ainda não tem previsão legal, mas já é debatida por políticos de diferentes posições interessados em se lançar no pleito. Um exemplo, seria três nomes na mesma chapa para vereador, e claro isso daria mais chances de se eleger.


Candidaturas coletivas II

A primeira experiência reconhecida no Brasil foi o mandato coletivo de Alto Paraíso de Goiás. O grupo de cinco covereadores, que se diz “ecofederalista” e antipartidário, foi eleito em 2016 pelo PTN, atual Podemos. O formato também foi utilizado nas eleições de 2018 para alçar ativistas a cadeiras do Legislativo estadual.


Candidaturas coletivas III


A partir deste ano, os partidos não poderão mais se coligar na disputa por cargos proporcionais, como o de vereador. Isso impede que legendas peguem carona em “puxadores de voto” de outros partidos, uma vez que a votação de cada sigla será contabilizada individualmente. Resta saber se o TSE vai permitir isso este ano.